Rev. Luiz Renato Arbués – http://www.ipcdebonfim.com.br

Caos. Desordem. Confusão. Nada fazia sentido. Nenhum observador entenderia nada. Ninguém jamais viu aquilo acontecer. Foi a primeira vez. Até hoje, procuram uma explicação razoável e não encontram. Jamais se encontrará, a menos que o principal responsável, finalmente, resolva detalhar todo o processo.
A impressão é que foi tudo cronometrado. Tão logo iniciou, veio o primeiro. Fácil demais. Logo veio o segundo. O terceiro, o quarto e o quinto… Nada podia deter aquela força extraordinária. Tudo estava submisso a tamanho poder. O sexto e o sétimo deixaram-nos perplexos. Acabou?
Sim, acabou. Fechando o episódio mais espetacular jamais visto, ouviu-se uma frase, uma declaração de que tudo estava concluído: “E viu Deus que tudo era muito bom”! Pronto. Em 7 dias apenas, o único Deus Criador fez todas as coisas para a manifestação de Sua glória.
Hoje, aqui na Igreja, entre outras atividades, celebramos esse feito. O sétimo dia é o dia em que os filhos de Deus se reúnem na Casa de Deus para cultuarem o Elohim, aquele que chamou o mundo à existência. Que tudo fez como lhe agrada.
É maravilhoso meditar nas obras de Deus. Como disse Davi, de maneira “assombrosa” Ele nos deu vida, depois de providenciar-nos um lar em que tudo era perfeito. Deu ao homem uma esposa e orientou-lhe a constituir uma família. O paraíso na terra.
Um dia, teremos tudo isso de volta. O Criador nos permitirá viver num lugar lindo, que “nem um olho jamais viu” e em que reina a mais completa paz. Lá não haverá choro, nem tristeza, nem saudade. Lá, cada um de nós entenderá o sentido verdadeiro das palavras “amor”, “paz”, “alegria”, “satisfação”.
Por vezes, as circunstâncias da vida nos impedem de olhar para cima e nos obrigam a correr atrás do vento. Deixamos de desfrutar o amor familiar por ciúme, por imaturidade, por orgulho, por pecado. E nosso semblante revela toda a nossa frustração, todo o nosso amargor, a nossa tristeza. Vivemos juntos, mas separados. Erguemos muros entre nós, e depois não conseguimos transpô-los.
E assim voltamos ao caos, à desordem, à confusão. Seguindo o nosso próprio coração, fechando os ouvidos às exortações de Deus, caminhamos lentamente na direção do mal. E arrastamos aqueles que Deus colocou sob nossa responsabilidade.
Mas, hoje é o Dia do Senhor. Um ótimo momento para renovarmos a nossa relação com Ele. Ore, mas ore com sinceridade e fervorosamente. Diga a Deus que você tem andado distante dEle e que se envergonha por isso. Se quiser, chore. “Um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus ” (Sl. 51.17). Quando discutimos com alguém e procuramos a reconciliação, muitas vezes nos abraçamos, pedimos perdão e choramos de alegria. Por que será que não fazemos isso com Deus? Por que, para alguns, é impossível chorar por seus pecados? Será que não têm remorso por ofenderem ao Deus Santo? Será que não se importam com isso?
Bem, mas, como disse antes, hoje é o Dia do Senhor. Em 7 dias, 1 único Deus criou todas as coisas para o louvor do Seu Nome. Louve a Deus a começar por sua presença na Igreja, que é a Casa dEle. Participe do culto e O adore “em espírito e em verdade”.
Faça isso e você verá que o caos, a desordem e a confusão desaparecerão de sua vida, e tudo voltará à normalidade, como antes.
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